111 prédios icônicos em Paris

18 de janeiro de 2021

Kay Walter é um jornalista que vive há muitos anos em Bruxelas, onde fez inúmeros filmes sobre a cidade e o seu povo. Ele adora o caos refinado de Bruxelas, e aprecia especialmente a culinária e a cerveja. Ele se esforça para descobrir o que está por trás das fachadas brilhantes ao longo das ruas da cidade. Para contar sobre suas peripécias como andadrilho e aventureiro desbrador, Kay Walter conversou com exclusividade com Correspondance Magazine® para falar sobre sua mais recente publicação, “111 prédios em Paris que têm uma história”, lançado pela editora Emons

Você poderia se apresentar aos nossos leitores?

– Sou jornalista, diretor e assessor de mídia. Trabalhei por mais de 25 anos como correspondente político de Bonn, Berlim e Bruxelas para estações de televisão públicas (ard, phoenix, arte) e agora estou em Paris.

Fale-nos um pouco mais sobre esse projeto do livro “111 prédios em Paris que têm uma história”.

– Quando cheguei a Paris em outubro de 2017, tive um desejo terrível de redescobrir a cidade por mim mesmo. Claro, que já conhecia Paris, mas acima de tudo a cidade histórica mais do que a cidade moderna. Além disso, tinha visitado principalmente com os olhos de um turista e não de um local. E, na minha opinião, é isso que faz toda a diferença e sobretudo a peculiaridade do livro: ele é dirigido para quem já conhece bem a capital e quer descobri-la de forma diferente, através de contos ou anedotas.

Como você encontrou todos esses edifícios icônicos? 

– No início, contentava-me em visitar Paris de bairro a bairro, passear e me surpreender. E funcionou: enquanto caminhava, me deparava com praças impressionantes, prédios desconhecidos ou objetos incríveis. Tirei fotos e comecei a pesquisar os monumentos pelos quais tinha passado. À medida que avançava, acumulei uma pilha de anedotas e histórias e foi assim que nasceram “111 edifícios em Paris que têm uma história”. Em seguida, sentamos com os editores da Emons para restringir a lista de lugares e escolher os mais interessante ou os mais surpreendentes.

Qual foi o critério para esses 111 edifícios serem incluídos nesta publicação ?

– Pra falar a verdade, a escolha foi muito subjetiva! Para se contar uma história, é preciso gostar do que será contato, por isso, escolhi edifícios pelos quais me apaixonei. Claro que havia critérios mais objetivos, como arquitetura original ou uma boa anedota para contar. Uma boa mistura entre o tipo de localização e a distribuição entre os arrondissements também foi importante, mas em essência permaneceu uma escolha muito subjetiva, que também representa meus gostos.

Você tem algum projeto de livro futuro que você possa nos contar? 

– Na verdade, estou atualmente trabalhando em um novo guia incomum da casa dos Emons ao redor do Canal du Midi, que deve ser publicado nos próximos meses!

TEXTO – Marilane Borges

IMAGEM – Cortesia da editora Emons © Todos os direitos reservados

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